O ano de 2026 está quase chegando, com um dos eventos esportivos mais esperados do planeta! A Copa do Mundo de Futebol ocorrerá em três países: Estados Unidos, México e Canadá com mudanças no formato e ainda mais jogos para alegria dos apaixonados pelo esporte. E esse pode ser um elemento que ajudará a impulsionar ainda mais o mercado de iGaming, restrito para maiores de idade, no Brasil.
Thiago Garrides, CFO (Chief Financial Officer) da Cactus Gaming, projeta que o país tem tudo para estar entre os principais polos mundiais de iGaming em curto prazo. “O mercado tende a crescer com foco em tecnologia, personalização e parcerias internacionais. Vemos cada vez mais marcas brasileiras exportando know-how e inovação — o que é ótimo para a imagem do país”, afirmou.
Além disso, o representante da Cactus Gaming declarou que a tendência do Brasil é de expandir seu mercado de maneira sustentável e com práticas profissionais e transparentes.
“A tendência é de crescimento sustentável, com operadores
mais profissionais e consumidores mais conscientes”, mencionou, destacando
ainda que essa sustentabilidade envolve diretamente a conscientização. “O
futuro das apostas no Brasil é promissor, mas passa por uma palavra-chave:
responsabilidade”, enfatizou.
Números do mercado brasileiro
de apostas
Atualmente, o Brasil desponta como o quinto maior mercado de apostas em âmbito global. Entretanto, o país tem capacidade para superar esses números e seguir ampliando sua importância, baseado nas melhores práticas.
De acordo com Garrides, o Brasil já movimenta em torno de 22 bilhões de reais por mês em apostas online. O CFO da Cactus salientou que esse é um montante que pode ser equiparado a segmentos tradicionais da economia. Ou seja, o iGaming já está desempenhando um papel relevante nacionalmente.
Para Thiago Garrides, o iGaming ainda está em processo de amadurecimento, mas em um ritmo acelerado e já abrindo novas vagas de trabalho, modernização e arrecadação para o governo. “É um mercado jovem, mas que amadureceu rápido, gerando empregos, arrecadação e inovação tecnológica”, concluiu.