Em um mercado ainda em processo de amadurecimento, a tecnologia é fundamental para dar sustentação às operações durante a maior Copa do Mundo da história. Essa é a reflexão de Felipe Coelho, CTO da Cactus Gaming, empresa reconhecida por sua plataforma white label para iGaming e pela ferramenta de KYC para apostas esportivas no Brasil.
“A IA é o que dá escala a tudo isso. Na avaliação de risco, ela permite processar um volume enorme de transações e identificar padrões de forma contínua, garantindo que as exigências regulatórias, que valem para todos os operadores no Brasil e não são negociáveis, sejam cumpridas em tempo real e sem gargalos”, declarou.
De acordo com o especialista, ao avaliar o perfil de cada cliente, dá para customizar a jornada de maneira adequada, oferecendo resultados significativos para a operação.
“Grande parte do público será novo e ainda não terá um histórico para servir de referência. A resposta está em modelos que não dependem exclusivamente do passado individual do jogador. Padrões de comportamento agregados, sinais de risco em tempo real e parâmetros construídos a partir de milhões de interações permitem acompanhar de forma assertiva mesmo quem acabou de se cadastrar”, salientou Coelho.
No entanto, o CTO da Cactus Gaming apontou que quanto mais o
cliente - sempre maior de idade - se relaciona com o conteúdo da plataforma
permite que o acompanhamento adquira ainda mais precisão. “O objetivo é duplo,
proteger o usuário e garantir a integridade da operação, e ele não pode esperar
o jogador acumular meses de histórico”, ressaltou.
A importância do jogo
responsável para quem está chegando ao mercado
Outra preocupação se refere ao conceito de entretenimento apoiado essencialmente no jogo responsável, especialmente, para quem está chegando ao mercado em um período recheado de informação esportiva.
“Esse é, talvez, o maior desafio de comunicação da Copa. Em um período de carga tão intensa de conteúdo esportivo, a mensagem de jogo responsável precisa ser simples, presente e integrada à experiência, e não um aviso isolado que se perde no meio do barulho”, explicou.
Dessa forma, Felipe Coelho indicou que a diversão precisa ser assimilada desde o primeiro momento como prioridade para essa atividade. “Para um público que está chegando agora, isso significa deixar claro desde o primeiro contato que apostar é entretenimento, e não solução financeira, além de tornar as ferramentas de controle, como limites de depósito, de tempo e de gasto, visíveis e fáceis de usar”, disse.
Ele completou: “A Cactus enxerga isso como parte de ajudar o cliente a ter a melhor Copa possível, porque uma boa experiência é, antes de tudo, uma experiência
Imagem - Freepik
Publicado às 12h13
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